Na primavera de teus olhos, encontro meu porto seguro.
Em teu rico semblante, achei meu ultimo refúgio.
No reflexo de teus olhos, vejo o reflexo de minh’alma.
O bruxulear de teus cabelos, o meu coração acalma.
Nossos corpos em uníssimo, deslizam na relva viva e verdejante.
Onde o desamor não viceja, e a tristeza deu seu último rompante.
O sol fulgente como testemunha, e mais tarde a noite bela.
As estrelas do firmamento, em sua rica aquarela.
Nosso amor elevado às alturas, perpetuando-se no infinito.
Nem pior nem melhor, apenas mais bonito.
O céu acolhe nosso juramento, forte, alto, pujante.
Nos panteões da eternidade, nos amaremos a todo instante.
E etéreos nos seremos, assim como tudo que o amor abraça.
Da mais infinitesimal forma de vida, até a mais complexa raça.
Nos amando sem vislumbrar o horizonte, tendo as estrelas como guias.
Nos amando por todo sempre, até o ultimo dos nossos dias.
R.A.G.
Da Obra "Espelho Poético"
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